Redução da taxa de juros do consignado para aposentados entra em vigor hoje


Redução de juros no consignado para aposentados e servidores pode ser uma boa opção para reduzir dívidas ativas!

Hoje, segunda feira (06.11.2017), entrou em vigor a redução na taxa de juros do crédito consignado (com desconto em folha) para aposentados e pensionistas do INSS. A redução havia sido anunciada pelo governo no dia 28 de setembro, quando o Conselho Nacional de Previdência havia se reunido. Porém, só nesta segunda feira a Resolução 1.333 foi publicada no Diário Oficial da União. A diminuição foi de 2,14% para 2,08% ao mês. De forma anualizada, a redução foi de 28,9% para 28,0%. Já para operações por meio de cartão de crédito o juros fico na casa dos 3%.

Em março, os juros para esse grupo já haviam sido reduzidos de 32% para 28,9% ao ano (ou de 2,34% para 2,14% ao mês). Segundo o Ministério do Planejamento, a redução dos juros representará uma economia de R$ 5 bilhões ao ano e faz parte de um esforço da equipe econômica para estimular a retomada da economia no país. Essa também é uma ótima possibilidade para reduzir dívidas de empréstimo para aqueles que já estão com a dívida ativa.

Para servidores, a taxa de juros foi reduzida de 2,2% ao mês para 2,05% ao mês. Em março deste ano, o governo já havia reduzido as taxas do consignado de 2,5% para 2,2% ao mês. Em termos anualizados, a queda foi de 29,8% ao ano para 27,6% ao ano.

Aposentados do INSS estão mais endividados esse ano. Dados do Banco Central (BC) mostram que, entre janeiro e setembro desse ano, em comparação com igual período do ano passado, as dívidas por meio do consignado aumentaram: nos nove primeiros de 2017, o montante em crédito liberado atingiu R$ 113,1 bilhões, acima dos R$ 99 bilhões de 2016.

A alta no período é de R$ 14,2 bilhões, um novo recorde para esta modalidade que costuma ter aposentados e pensionistas como principais alvos. No mesmo período, por exemplo, as dívidas de servidores públicos, que totalizam R$ 174,7 bilhões nessa modalidade de crédito, aumentaram 4,2% e as de trabalhadores da iniciativa privada recuaram 4,6%.

Mesmo com as facilidades desse tipo de crédito e taxas de juros menores, em relação a outras modalidades, os empréstimos devem ser feitos com muita cautela. Antes de fazer qualquer contrato e assumir uma dívida, o consumidor deve sempre analisar se realmente precisa do dinheiro e se terá condições de pagar a dívida tranquilamente de forma que não atrapalhe sua vida normal.

É dever do banco informar o valor total financiado, a taxa mensal e anual de juros, número e periodicidade das prestações e a soma total a pagar por empréstimo. Ao assinar o contrato, exija uma cópia.

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